Notícias de gente enfiando o Wiimote na parede/TV/cara da namorada enquanto jogava uma acirrada partida de WiiTennis eram previstas antes do lançamento do console, e as profecias se concretizaram em tamanho número que esse tipo de acidente já virou até lugar comum. O que ninguém imaginava nem em seus piores pesadelos é que jogar Wii te deixa suscetível a estupro bestial.
Vocês já pararam pra pensar o seguinte: O que acontecera com aquele meu herói?
Nos dias de hoje, onde a criminalidade é maior, noticiários e ningúem tem privacidade, o que seria do meu herói? Como ele levaria a vida hoje?
Pois é…teve uma galera que pensou, e resolveu trazer suas idéias a vida.
E criaram o Street Fighter , the later years!
A série mostra os heróis do street fighter 10 anos depois de todas as lutas contra a Shadowloo, contra o Mr.Bison(que era Vega, que antes era Balrog que antes era…bah) e o resto dos seus temíveis oponentes.
Aqui vai o primeiro vídeo legendado, o resto vocês podem checar clicando em “Continue Lendo” logo abaixo.
Para ver os vídeos originais, basta clica no link embaixo do vídeo escrito “Versão original”.
Bom divertimento.
Esse primeiro vídeo é a primeira, a segunda e a teceira parte juntos. Aí os próximos serão as partes quatro, cinco e seis, respectivamente.
O escritor argentino Gonzalo Otálora está causando polêmica com uma campanha em que defende a cobrança de impostos das pessoas consideradas lindas para compensar o “sofrimento” daqueles que supostamente foram menos favorecidos pela natureza.
Lucas acorda às 5h30min. Levanta da cama úmida da enchente. Pula com cuidado nos pequenos espaços entre seus irmãos que ali dormem no chão. Chega ao corredor da casa - barraco, papelão em grande escala… - e se dirige ao banheiro. O banheiro, sem porta, ainda úmido, guarda o único brinquedo de Lucas: a escova de dente. Ela preta; antes transparente. Também pudera, ganhara a escova em uma Campanha quando ainda tinha 2 anos de idade. Lá se vão 15 anos. Pega a pasta de dente, abre-a e expreme-a, cobrindo apenas um oitavo da região ciliada da escova. Pastas são caras, dizia a mãe de Lucas todos os dias. Escova os dentes como aprendera - sozinho - e segue o seu rumo em direção a única porta de casa: o portão da escola. Quem diria uma casa dividida por meros trinta e sete quilômetros. Mas, feliz estava Lucas, pois o portão da escola dava direto para o quintal. Um lugar de contato com a natureza - humana. Ele nunca sai de casa correndo, pelo menos visivelmente. Duas horas e quatro minutos depois, Lucas chega a escola. Atrasado, recebe uma bronca do coordenador. Continua a andar, dirigindo-se ao bebedouro. Por ali fica seis minutos. O coordenador ainda grita que ele não paga a conta de água para usufruir daquela maneira. Lucas apenas o olha com ar de espera mais um pouco, por favor. Ao terminar de beber, o jovem ainda agüenta correr até a sala. Bate levemente na porta. Nada acontece. Bate um pouco mais forte e nada. Bate forte e então de dentro ouve-se uma voz gritando para entrar. Quando Lucas abre a porta, o seu professor, Fábio, o olha irado, gritando ainda mais, diz: Porra, Lucas! Tenha mais educação na próxima vez! Você já errou duas vezes: uma por ter chegado atrasado e outra por ter atrapalhado a aula ao bater na porta daquele jeito. O quase maratonista segue até sua carteira - depredada -, senta, olha o professor e pede desculpas. Os indivíduos ao redor voltam a olhar para o professor. Fábio fala para voltarem ao que estavam fazendo. Então, as pessoas começam a conversar. Lucas simplesmente abre a mochila, arranca a apostila de dentro, pega o lápis e a pequena borracha. Ao abrir sua apostila, vê escrita a mensagem: Vestibular, eu vou passar. Ele se anima com aquilo, esquece o mundo ao seu redor e começa mais um longo dia de estudos na escola. Escola particular; ele bolsista.