Estupro Wii

Postado por Henrique em 9/Dec/2007


Notícias de gente enfiando o Wiimote na parede/TV/cara da namorada enquanto jogava uma acirrada partida de WiiTennis eram previstas antes do lançamento do console, e as profecias se concretizaram em tamanho número que esse tipo de acidente já virou até lugar comum. O que ninguém imaginava nem em seus piores pesadelos é que jogar Wii te deixa suscetível a estupro bestial.

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Street Fighter - The later years

Postado por Luigi em 7/Dec/2007

Vocês já pararam pra pensar o seguinte: O que acontecera com aquele meu herói?
Nos dias de hoje, onde a criminalidade é maior, noticiários e ningúem tem privacidade, o que seria do meu herói? Como ele levaria a vida hoje?

Pois é…teve uma galera que pensou, e resolveu trazer suas idéias a vida.
E criaram o Street Fighter , the later years!

A série mostra os heróis do street fighter 10 anos depois de todas as lutas contra a Shadowloo, contra o Mr.Bison(que era Vega, que antes era Balrog que antes era…bah) e o resto dos seus temíveis oponentes.

Aqui vai o primeiro vídeo legendado, o resto vocês podem checar clicando em “Continue Lendo” logo abaixo.
Para ver os vídeos originais, basta clica no link embaixo do vídeo escrito “Versão original”.

Bom divertimento.

Esse primeiro vídeo é a primeira, a segunda e a teceira parte juntos. Aí os próximos serão as partes quatro, cinco e seis, respectivamente.

Versão original da parte 1
Versão original da parte 2
Versão original da parte 3
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Como fazer uma criança chorar

Postado por Luigi em 6/Dec/2007

Toque e me vou.

Post dedicado ao leitor Leandro Paiva



Imposto da Beleza

Postado por Henrique em 6/Dec/2007

O escritor argentino Gonzalo Otálora está causando polêmica com uma campanha em que defende a cobrança de impostos das pessoas consideradas lindas para compensar o “sofrimento” daqueles que supostamente foram menos favorecidos pela natureza.

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Por trás de um Aluno

Postado por Vegetable em 5/Dec/2007


Lucas acorda às 5h30min. Levanta da cama úmida da enchente. Pula com cuidado nos pequenos espaços entre seus irmãos que ali dormem no chão. Chega ao corredor da casa - barraco, papelão em grande escala… - e se dirige ao banheiro. O banheiro, sem porta, ainda úmido, guarda o único brinquedo de Lucas: a escova de dente. Ela preta; antes transparente. Também pudera, ganhara a escova em uma Campanha quando ainda tinha 2 anos de idade. Lá se vão 15 anos. Pega a pasta de dente, abre-a e expreme-a, cobrindo apenas um oitavo da região ciliada da escova. Pastas são caras, dizia a mãe de Lucas todos os dias. Escova os dentes como aprendera - sozinho - e segue o seu rumo em direção a única porta de casa: o portão da escola. Quem diria uma casa dividida por meros trinta e sete quilômetros. Mas, feliz estava Lucas, pois o portão da escola dava direto para o quintal. Um lugar de contato com a natureza - humana. Ele nunca sai de casa correndo, pelo menos visivelmente. Duas horas e quatro minutos depois, Lucas chega a escola. Atrasado, recebe uma bronca do coordenador. Continua a andar, dirigindo-se ao bebedouro. Por ali fica seis minutos. O coordenador ainda grita que ele não paga a conta de água para usufruir daquela maneira. Lucas apenas o olha com ar de espera mais um pouco, por favor. Ao terminar de beber, o jovem ainda agüenta correr até a sala. Bate levemente na porta. Nada acontece. Bate um pouco mais forte e nada. Bate forte e então de dentro ouve-se uma voz gritando para entrar. Quando Lucas abre a porta, o seu professor, Fábio, o olha irado, gritando ainda mais, diz: Porra, Lucas! Tenha mais educação na próxima vez! Você já errou duas vezes: uma por ter chegado atrasado e outra por ter atrapalhado a aula ao bater na porta daquele jeito. O quase maratonista segue até sua carteira - depredada -, senta, olha o professor e pede desculpas. Os indivíduos ao redor voltam a olhar para o professor. Fábio fala para voltarem ao que estavam fazendo. Então, as pessoas começam a conversar. Lucas simplesmente abre a mochila, arranca a apostila de dentro, pega o lápis e a pequena borracha. Ao abrir sua apostila, vê escrita a mensagem: Vestibular, eu vou passar. Ele se anima com aquilo, esquece o mundo ao seu redor e começa mais um longo dia de estudos na escola. Escola particular; ele bolsista.